quinta-feira, dezembro 18, 2003

Hahahahaa, que tosco... votos...

Texto doido que eu recebi e compartilho:

Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Louco que senta e espera a chegada da lua cheia.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Pena, não tenho nem de mim mesmo, e risada, só ofereço ao acaso.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade
sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.

Marcos Lara Resende

sexta-feira, dezembro 12, 2003

Perda de tempo. "Loucura..."

Eu escreveria um monte de coisas sobre isso, mas eu pensei: "esse lugar é meu, então vai tomar no cu." E aí, foda-se.

Sem raiva, sinceramente.

quinta-feira, dezembro 11, 2003

Só para não dizerem que não dou notícias:

Minha apresentação do Projeto Experimental é 2ª feira às 19 horas.
Desejem-me boa sorte.

"Quem desejar que eu me foda vai se foder mais ainda. Vagabundo!"


Tem que rogar uma praguinha básica pros féla, hahahahaha...
Meu, olha que lindas essas minas!!!!
Bula
, adoro vocês!!
Aaaaah, ensaio domingo!!!



quarta-feira, dezembro 03, 2003

Ú dilícia, me expressar novamente. A faculdade podou qualquer vislumbre de criatividade que não fosse relativa a ela. Pelo menos era assim que estava me sentindo...
Caralho! Como eu falo/escrevo palavras de baixo calão! Foda-se!

E mais um pão de mel com recheio de doce de leite goela abaixo. Mmmmm mmm.

Entre um pão de mel e outro eu vou pensando... quem consegue se manter racional o tempo todo (para conseguir ser "desencanado" - e bota aspas nesse desencanado!!!), tendo que se relacionar emocionalmente com outras pessoas?

Foda. O mais foda ainda é gerenciar bem a hora do racional e do emocional. Quando aplicado na hora exata, esqueça o antônimo.
Meu comentário sobre: (sobre o que? sobre o texto abaixo)

sinceramente, falar e escrever é fácil, mas colocar em prática é muito foda. Você tem que reaprender a encarar a vida, coisa já tão intrínsica, manias eternas. Saudosismo, nostalgia do futuro que ainda não veio, não foi. Árdua tarefa, policiamento constante, que por vezes acaba por tirar a espontaneidade do momento.
Vivemos com uma idéia (in)definida sobre nossos futuros, que nos serve como guia. Quando a lógica se perde com a deserção ou falta de um dos componentes para aquele funcionamento idealizado... não há como não sentir falta, pelo menos por algum tempo. Leva un rato para que reorganizemos essa idéia guia.

O que nos aguarda pode ser melhor do que o que esperamos para nós. É uma boa linha de pensamento...

Concordo sobre a divisão entre dor e sofrimento, cada um sabe dentro de si o quanto dói por si só e o quanto dói por querer explorar a dor, o sentimento de sofrer. A gente não inventa mas aumenta, loucamente buscamos o ápice de qualquer sensação que nos preencha. E quem disser que as sensações extremas não atraem, não conhece a potencialidade de viver.
Caralho... não costumo postar textos de caras foda por aqui, mas esse seria foda não compartilhar...

Viver não dói ...
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos, não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos, não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias ,se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos, não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos, não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?

A resposta é simples como um verso: Iludindo-se menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.

O sofrimento é opcional.


Drummond
Caralho! Faz tempo que eu não faço isso: fico loucona em casa podendo escrever aqui simultaneamente...
Comi um pão de mel mó grande em menos de um minuto. Ô lara.
Bem nada a ver, mas alguém aí já assistiu "Além da Morte" que passa mais ou menos
às duas da manhã no SBT?

Uma série sobre uma banda que vê espíritos... hahahaha. Será que alguém mais vê? Ou só eu fico morcegando, pirando nos horários, viajando?
Aaaaaaaaaahhh!

E essa faculdade que nunca acaba!!!!!!!

terça-feira, dezembro 02, 2003

Mais uma dele:

Mike Patton está dando uma de ator no filme Firecracker, que teve sua filmagem concluída recentemente. O site tem a sinopse, fotos, muchas informaciones.

A curiosidade está me matando. O mais legal são as fotos que os caras deixam disponíveis no site, quem quiser ver mais, visite, ou aguarde que eu vou postando.

Mike Patton e Karen Black, Firecracker
Quem quer e-mail grátis com 50MB de espaço???

POP.
Aaaah, escutei o Delirium Cordia, já disponível no SoulSeek, apesar de ser lançado para a venda apenas em janeiro de 2004.

Eu... gostei. Pattonmaníaco é isso. Mas vou dizer que esperava mais. Só ouvi uma vez (uma faixa de 74 minutos) e esperava algo mais pesado, sei lá. Vou ouvir mais e depois eu digo algo aqui, ou não.

segunda-feira, dezembro 01, 2003

Esse negócio do "perdi uma parte minha" deu o que falar!
Todo mundo veio perguntar, meio preocupado.
Sorry people. Isso faz parte do meu lado dramático.
Às vezes até eu me surpreendo com meu drama...