O último dia "oficial" de aula... tipo, tinha demorado já... mó merda tudo isso. Sem sentido...
Fora as "recuperações", tá quaaaaase, quaaaaaase...
Queria que todos tivessem um ótimo fim de semana... inclusive eu. (risos)
Queria tanta coisa... mas sei como a vida é. À parte isso, continuarei tentando consegui-las. O mais legal é que não são coisas materiais, portando o objetivo é mais "puro", talvez até mais alcançável, porque podemos ser flexíveis.
As coisas que eu mais desejo no mundo são aquelas que eu posso receber e dar a alguém, ou construir junto... não palpáveis, mas muito mais significativas do que essa porrada de coisas tangíveis por aí.
Sou uma romântica inverterada... psicologicamente estranha. Pensando logicamente eu não acredito, mas na prática, vivo para...
Vai entender... tem coisas absolutamente incompreensíveis. É assim que é, mané.
Enquanto isso, (o tempo que durar minha vida), vou vivendo... tô sonhando, mas o que mais é a vida senão isso?? NADA COMPREENSÍVEL PARA NOSSOS EGOS.
A resposta que me confortaria, não terei... então quero viver intensamente o máximo de emoções que puder dentro dessa "realidade". Mesmo que no fim tudo seja nada, o momento terá sido preenchido em sua imensidão.
Quero parar de olhar para trás. E de ficar tentando olhar prá frente demais, prá cima demais, pro fundo... mas ao mesmo tempo eu não quero. Isso sou eu, essa coisa indefinida, maleável, flexível. Tosca, morta e viva. E cru. Principalmente cru.
Foda-se. Não é existencialismo barato, ou pode até ser para alguns. Mas é como reajo ao mundo e às minhas impressões. É como as expresso. Descrevo exatamente o que sinto. E eu sinto por isso.
Ontem eu quis desesperadamente algo que não pude, algo que não faz sentido, algo alheio à minha existência. E daí? Foi sincero. Estúpido e sincero. Aquela coisa do conforto absoluto. A ilusão do conforto absoluto. Mas que no momento solucionaria em partes meu problema. Ou pelo menos secaria minhas lágrimas, lamberia-as e diria que são salgadinhas. E me deitaria na cama e por um momento de fusão louca, profunda, me faria pensar que o mundo é lindo. E eu choraria novamente. E depois choraria de novo por ter sentido isso e ver que senti algo que não existe.
Essa minha cabeça louca me mata... mas só tenho essa! Não posso querer ser nenhuma outra, eu quero ser essa mesmo. Mesmo que nem eu a compreenda.
Desabafos...



