sexta-feira, março 05, 2004

Prá dar risada agora, só assim...





Que trampo de bosta eu fui arrumar viu?
Puta que o pariu!
Ensaio ontem classe demais!
=)

quinta-feira, março 04, 2004

Tá mais visível esse... e como!

25-02-04 - Quarta-feira de cinzas, cinza - 14:50

Talvez já no fim, ele enfim me odiasse. Mas não soube, ou conseguiu reconhecer...

É estranho, mas talvez o amor possa se transformar em ódio e nem se perceber...

São tantos os fragmentos que formam o chamado "sentimento", que com o passar do tempo são substituídos pela mente, na retenção contínua de cenas, sobrepujando-os diariamente.

Alguns são especiais, inesquecíveis, outros facilmente suplantados, apesar de conterem algum valor.

No meio da confusão de fatos, perdem-se fragmentos significativos para o prosseguimento da vida de forma natural.

As sensações misturam-se de tal forma que torna-se impossível distingui-las sem cometer erros, separá-las em colunas, dividi-las em opções concretas de onde seriam derivadas.

(Sou eu de novo, olho clínico, frio... 'sin emociones', uma fase)

Tudo isso prá dizer que no fim talvez ele já me odiasse.
Quase
(Luis Fernando Veríssimo)

Ainda pior que a convicção do não,
é a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase!

É o quase que me incomoda,
que me entristece,
que me mata trazendo tudo
que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades
que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes,
o que nos leva a escolher uma vida morna.

A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância
e na frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "bom dia",
quase que sussurrados.

Sobra covardia e falta coragem
até para ser feliz.

A paixão queima,
o amor enlouquece,
o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos
para decidir entre a alegria e a dor.
Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio-termo,
o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina,
não inspira,
não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio
que cada um traz dentro de si.

Preferir a derrota prévia
à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Para os erros há perdão,
para os fracassos, chance,
para os amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio
ou economizar alma.

Um romance cujo fim
é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você.

Gaste mais horas realizando que sonhando...
Fazendo que planejando...
Vivendo que esperando...

Porque,
embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu.

terça-feira, março 02, 2004

Putz! Ganhei um presente que me deixou mó feliz!
O Delirium Cordia do Fantomas!



Aaaaaah! Sinistro! Valeu, Lu!

segunda-feira, março 01, 2004

CÓLICAS! LOUCAS, INSANAS!
Flyer do nosso show...