quinta-feira, fevereiro 27, 2003

Preciso de um trampo!
Caralho!
Um som que eu gosto muito.
Não tem a ver exatamente com meu espírito de hoje, alegríssima por sinal, mas sempre tem a ver com a minha vida.

Alice In Chains - Dirt

I Have Never Felt Such Frustration
Or Lack Of Self Control
I Want You To Kill Me
And Dig Me Under, I Wanna Live No More

One Who Doesn't Care Is One Who Shouldn't Be
I've Tried To Hide Myself From What Is
Wrong For Me, For Me

I Want To Taste Dirty, A Stinging Pistol
In My Mouth, On My Tongue
I Want You To Scrape Me From The Walls
And Go Crazy Like You've Made Me

You, You Are So Special
You Have The Talent To
Make Me Feel Like Dirt
And You, You Use Your
Talent To Dig Me Under
And Cover Me With Dirt
Hoje eu estava tentando ler no ônibus, e como sentei no último banco, o latas pulava, saltava, porque o tal banco fica em cima das rodas e provavelmente da suspensão.

Comecei a me irritar, lia uma palavra, o buzo pulava, perdia a palavra. Achava, a merda pulava, perdia a porra da frase.

Uma hora fiquei tão puta que fechei o livro e dei uma puta livrada no banco da frente: poooooof! Fez um estrondo fabuloso. Parecia uma maluca. Foda-se. Fiquei com raiva mesmo.
Voltei à ativa.
Vou voltar prá aula agora, hehehe.
Recebi isso do Reinaldo, um outro amigo meu. O negócio é sábio mesmo.

Um homem estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês deixando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores...

"RESPEITAR A OPÇÃO DO PRÓXIMO, EM QUALQUER ASPECTO, É UMA DAS MAIORES VIRTUDES QUE UM SER HUMANO PODE TER"
Coloquei num comentário, respondendo à just a girl uma coisa que pensei enquanto tomava banho antes de vir para a faculdade.

Eu adoro vacas. Vaquinhas. São lindas.

Será esse o motivo de eu viver ruminando meus assuntos, meus problemas, meus micos, meus sapos e outros animais? Eu mal mastigo, engulo, mas logo o negócio volta, eu mastigo de novo, engulo, e assim por tempo indeterminado.

Deveria eu engolir? Ou deveria eu parar de ficar ruminando as coisas todas, coisas que se pá eu nem deveria comer?
Queria recomendar aqui um blog de uma pessoa extremamente especial para mim, um cara foda foda mesmo. Meu amigo de "por ques e porques", o Alê.

Somos o mesmo tipo de pessoa, diz aí Alê, 347-E. =)

A diferença é que ele é mais direto que eu. Só entrando para ver.

Clique aqui para acessar o Innerdemons, o blog desse cara que têm muito a dizer.
Escrito entre janeiro e março de 2002

Escrever é uma loucura. É liberar uma parte da gente que ninguém conhece.

O foda é quando você se empolga para escrever algo e quer que fique perfeito. Para voltar, consertar, apagar, é ótimo quando se escreve no computador. Foda mesmo é quebrar a cuca para tentar explicar uma situação, situar o leitor no seu pensamento mais ou menos formado previamente.

Escrever é fotografar a mente. Registrar seus pensamentos no momento. Assim como você imortaliza uma imagem com a fotografia, quando escreve está imortalizando o pensamento. Ter fotografias é bom né? Ver como você era há alguns anos. Escrever é ainda melhor. Você guarda imagens internas, seus pensamentos, portanto, como você REALMENTE era.

Tá tocando um som nóia. Guitarrildas. Pára!

quarta-feira, fevereiro 26, 2003

Tô tomando um baile na sinuca do Yahoo... acho que vou me aposentar.
E é melhor parar com essas besteiras e sair correndo para a orientação... f***.
FODA!
Haloscan fora do ar temporariamente.
Sem comentários, literalmente.
ESSE BLOG NÃO CONTÉM FOTOS DE HOMENS OU GAROTOS PELADOS!


Se vc procurou por algum buscador e caiu aqui, não é mais do que mero engano, já que os buscadores são uma bosta e linkam qualquer página que contenha essas palavras, mesmo que elas estejam desagregadas.

A única foto desse tipo nesse blog está no mês de novembro: Mike Patton e o pau, que eu não sei se é de verdade ou não, para fora.

PS: Uma ressalva devido à grande quantidade de visitas por causa dessas duas palavrinhas.

terça-feira, fevereiro 25, 2003

Calor! Calor!
Ah!
Inferno.

Tô pegando fogo, sabem? Mas não sei explicar em que aspecto... tem algo ardendo e eu não sei o que pode ser... tô tentando identificar que coisa é essa, forte, realmente quente, mas não sei.

O ponto positivo é que estou arrumando forças e vontade para cumprir meus compromissos com o grupo, fazendo o Projeto Experimental para a conclusão do meu curso. Visitamos uns possíveis clientes hoje e amanhã tem mais. Mas está sendo legal, digamos assim... dentro do possível, sempre.

Terminei o Crime e Castigo e Os Irmãos Karamázovi e agora estou lendo O Idiota, do Dostoiévski. Estou simplesmente... amando. Básico. Me apaixonei por ele. Mesmo que venha a conhecer outros russos, nunca esquecerei o Dostô. Ele foi meu primeiro.

Um lance óbvio d´O Idiota, que estou fazendo questão de compartilhar com as pessoas que me cercam: o protagonista afirma que as pessoas julgam as outras simplesmente porque sentem preguiça de travar uma conversa e vir a conhecer de verdade. É mais fácil julgar do que chegar, se expor, para poder assimilar quem é o outro ser.

Pensem nisso e mudem suas vidas.
Queria falar uns negócios, mas tenho que ir para a aula agora... então, desencana.
Nem sei o que ia dizer, mas tenho certeza de que quando começasse a escrever sairia alguma coisa...
Depois, se der, eu volto...
Vários problemas no brógui hoje...
(quarta, 25 de dezembro de 2002, claridade, 20 horas, ao som de DEVO, "some things never change". Some things never change. Mesmo.)

Acordei sentindo um corpo estranho na minha boca. Não de todo estranho, na verdade. Eu já conhecia bem a textura, o peso, o formato. Eu vivo com isso dentro da minha boca. Mas dessa vez tinha algo estranho. Estava solto, passeando em minha língua, nadando em minha saliva, várias vezes em direção aos meus dentes.

Não sei porque não engoli. Já engoli uma outra vez, enquanto dormia...

Dessa vez meu organismo me protegeu, e quando percebi, levantei revoltada e tirei de minha boca. "Não posso mais permitir isso!".

Coloquei a mão dentro da boca e a capturei: a bolinha que prende o meu piercing. E a haste, descoberta, fálica, atravessando minha língua.

Roçando com a ponta dela na parte superior da haste, podia sentir as reentrâncias do local onde atarracha-se a bolinha.

Brincar sim. Mas engolir novamente, não.
22/12/02 - 15:35

Sinta esta dor como se fosse a última.

Deixe-se afogar nesse sentimento indescritível, misto de angústia, tristeza e desprezo, porque será a última vez que sentirá isso.
Aproveite, reconheça-o, e guarde uma lembrança desse momento. Ele não deverá se repetir por muitas vezes mais em sua vida, não figurará como condição absoluta na sua existência.

E para isso, só peço uma coisa de você: que deixe de sentir pelas pessoas. Sim, apenas isso. Em troca de uma existência onde mesquinharia nenhuma irá afetar-te. Onde passará incólume às baixezas dos seres humanos, suas inconstâncias e hipocrisias.

Você pode continuar se relacionando, representando essas cenas de sentimentos, brincando, rindo. É uma escolha onde têm só a ganhar, não percebe? Você pode ser participativo ou não dessa brincadeira social, tratá-la com aparente seriedade ou com gracejos, mas o que importa é que você deixará de sentir qualquer espécie de dor por causa das brincadeiras sociais dos outros.

Ou pode escolher estar e não se importar, conseqüentemente não sentir. Se isolar, se fechar. Não se abrir. Se fritar. Mascarar. Não ser. E não sentirá dor. Você não merece a dor. Deixe de sentir pelos outros, eu lhe peço, e sinta apenas por você. Feche-se no egoísmo, que é necessário para participar sem danos a si mesmo. A natureza é essa, aprenda a não esperar mais dela, minha querida. Reconheça a verdade, pare de participar cegamente desse mundo com ilusões tecidas por uma massa. Isso só a machucará de uma forma que não é absolutamente necessária.

Sinta essa dor como se fosse a última. Sinta! Só o que você precisa é não sentir pelos outros.

Vai me dar essa chance de mostrar-te o outro lado? Ou você têm medo disso?

segunda-feira, fevereiro 24, 2003

Nota do dia: TPM 22 é uma porcaria.


Errr... de novo.
É o seguinte... coloquei uma pergunta ... vou mudar sempre que der...
Quem puder, responda.... só um cliquezinho e me ajudará a "entender" um pouco melhor os seres humanos.
=)
Errrr... deixei os disquetes que continham algum texto em casa...
Para falar a verdade, para variar, saí correndo e nem lembrei de gravar.... mó xavequeira eu sou...
Deixaprálá... amanhã eu coloco.

Tenho comigo um caderno de anotações... mas nenhuma me pareceu, à primeira vista, digna de ser digitada... nóias.

Não teve aula, tô morgando aqui nessa bosta. Acho que vou para casa ler e escrever, acho que ganho mais.

Dúvida vitalícia do dia (risos): quando você "ama" alguém, quer passar todos os dias da sua vida perto da pessoa, em todas as oportunidades possíveis ou prefere se separar depois de um tempo juntos, para "dar saudades"?