terça-feira, novembro 30, 2004

Já-tinha-esquecido-1.1

Tive uma experiência no mínimo esquisita... perguntando se alguém precisava trampar vieram me dizer a seguinte frase 'não acredito em madre tereza nem em gnomos'. Tirando assim, na cara dura, como se eu tivesse algum interesse por trás da boa vontade.

Nem preciso dizer que esquentou o sanguezinho aqui.

Então, prá deixar bem claro e evitar uma treta (porque da próxima é treta!): não vou ganhar um centavo com isso, não quero fazer amigos com isso, não quero que ninguém me 'deva favor'. Quem quiser continuar falando comigo fala, quem não quiser não fala, só acho legal nesses tempos difíceis compartilhar uma informação que, para quem precisa trabalhar, é valiosa. A intenção final é essa: unir o útil ao agradável. Informar e sentir prazer nisso.

Não quero ser santa, nem freira, nem deus, nem foda, porra nenhuma. Eu sou eu e eu sou assim. Faço o que gostaria que fizessem e ponto.
Já-tinha-esquecido-2.0

Mó a fim eu estava de contar que li o "Ensaio sobre a cegueira" do Saramago. Meu, que incrível a mente e a sensibilidade desse homem!

O livro me impressionou muito e num momento de loucura me fez desejar um 'reality show' baseado nessa situação: todos 'cegos', excetuado-se uma única pessoa.

A idéia seria a seguinte: apresentar dez pessoas umas às outras e depois mantê-las trancafiadas num espaço razoavelmente amplo, com camas enfileiradas e um único banheiro. Nove das dez pessoas passariam o tempo todo vendadas e uma delas continuaria podendo enxergar. As nove pessoas vendadas não saberiam quem é a pessoa que está sem a venda e essa seria instruída a se passar por vendada, se esforçando ao máximo para não ser descoberta.

O tesão da idéia seria observar os comportamentos dessas pessoas que precisariam se alimentar, higienizar a eles mesmos e ao local e se locomover sem contar mais com a visão. E observar também o comportamento da pessoa que tudo pode ver e nada fazer declaradamente para deixar a convivência entre os nove 'cegos' mais suportável.

Quem sofreria mais, as pessoas vendadas ou a pessoa sem a venda? A pessoa com a visão intacta interferiria na situação degradante à qual as pessoas vendadas se entregariam? Ela se aproveitaria do fato de enxergar ou isso só a faria sofrer mais por não poder compartilhar seu problema com nenhum dos presentes?

Sei lá, a idéia me excita bastante, o livro é muito muito bom mas eu gostaria mesmo de ver essa situação se realizando.
Já-tinha-esquecido-1.0

Conhece alguém com conhecimentos em informática, configuração de conexões 'dial-up', navegadores e gerenciadores de e-mail e QUE PRECISE DE UM TRAMPO? (assim mesmo em CAPS LÓKI)

Se for você, mande um e-mail prá mim. Se for um amigo, peça prá ele mandar, ou então estabeleça comigo uma forma de comunicação instantânea tipo msn.

Acredito que no momento as vagas disponíveis são para os períodos da tarde/noite/madruga e o local de trabalho é na Santa Cecília, próximo ao metrô, onde poderá encontrar bizarros como o descrito abaixo.

A função é de 'help desk' de um provedor de internet. Não precisa ser fodidão, rolam vários dias de treinamento (remunerados) e todas as respostas estão no sistema. Só precisa ser ligeiro.
Resfriado - dia 2

Começo reclamando dessa porra de resfriado que parece que não me deixará tão cedo... se a média são cinco dias, ainda me faltam três, todos eles recheados de horas que custam a passar.

Abri uma exceção e tomei remédios para disfarçar a sensação de resfriado e poder seguir trabalhando.. é quase uma falta grave em relação aos meus princípios, dentre eles a máxima: "Não incubar resfriados, filha da puta". ( o 'filha da puta' me dei o direito de acrescentar agora).

O Ralfo não lê isso aqui, mas valeu o 'dimetapp', queridão. (Meu, isso me remete muito à infância... tomar dimetapp... e hoje descrobri que sempre achei que era 'dimetup'... pfff...)

Deixando o bom humor tomar conta: apesar de tudo (eu e os meus 'apesares') o remédio me devolveu uma aparência um pouco mais saudável e eu pude prosseguir com o trabalho dentro daquela sala cheia de ar condicionado viciado. Excetuando-se a mulher louca que gritou comigo, esse foi mais um dia sossegado, 'helpdeskamente' falando. (hahahaha, perdoem-me 'línguas', mas eu tive que escrever isso!)

Os colegas de trabalho são pessoas classe demais, um bem diferente do outro, convergindo apenas na nerdice. Outros gostos, outras realidades, mas pessoas que têm a 'informática' em comum. Há pessoas também com quem é possível trocar idéias inteligentíssimas a respeito de tudo. As coisas têm que ter um algo bom...

E 'é nóis' lá no centrão. Certo que a Santa Cecília é a 'boca do lixo' como gostam de dizer por aí, não tenho frescura mas tenho que admitir uma certa violência e 'ausência de moralidade' (seja lá o que eu quis dizer com isso). Hoje, chegando no metrô, deparamo-nos com uma cena um tanto grotesca: um cara, nem sei especificar a idade, com uma camiseta vermelha levantada até o pescoço, uma flor nos cabelos, com o caule atrás da orelha, enorme, rosa-choque, e outra pendurada num cordão ao redor do pescoço e pendendo sobre o peito. Até aí, sussa, há vários tipos bizarros no mundo, ele é um como eu também sou, a meu modo.

O diferencial era o cara tentando lamber o próprio mamilo observando a gente se aproximar. Fazendo muito esforço, muito esforço. A conversa que seguia animada parou na hora, houve um silêncio perfeito, mais perfeito do que se todos houvéssemos combinado e não pudemos tirar os olhos dele. Todos. Ninguém pôde. O peito do cara era um pouco pronunciado, como o de uma mulher com pouco peito, e reproduzindo a frase de um dos espectadores: "Isso foi muuuito pornográfico.". E nem sei o que eu pensei mas acho que meu íntimo concordou com esse pensamento. 'Pornô'.

Ah, eu sei, não é nada de mais!, mas não é o tipo de coisa que você costuma esperar ver no caminho de volta do trabalho, não é mesmo? E a cara dele... acho que mais impressionante do que a luta dele para lamber o mamilo era a cara que ele fazia, a cara que ele tinha, a languidez no olhar, a língua esticada... e no fim ele nos gritou, e gritou, e depois nos apontou, a cara insana, a cena surreal. E fim. Corremos prá pegar o trem que chegava na plataforma.

segunda-feira, novembro 29, 2004

Antes dos pulhas marditos...

Depois da chegada dos comedores de coxinha...

Mais de um mês de atraso prá postar essa tosqueira... o assunto é véio já, esquecido completamente (quase!). Mas o pior, não divulgado... soube que na semana posterior ao sábado da passeata passou algo no Jornal da Mtv... mas só, não vi mais nada... será que é porque não assisto tv ou não falaram NADA mesmo sobre essa violência gratuita?

Se alguém se interessar sobre o falatório depois dessa cena triste, quiser ver outras fotos e mesmo essas num tamanho maior, clique aqui.

O Growroom é um site especializado em cultivo da erva, com fórum de discussão e tudo o mais, feito por amantes da erva para amantes da erva. Se for um bom 'marombero', recomendo uma breve visita.

*Agradecimento especial ao Freeman que diminuiu essas fotos prá mim, que do alto de minha nerdice, não sei nem fazer isso. *

Hoje é noite de escrever tosqueira:

- Resfriado tosqueira provocado por excesso de calor/ar-condicionado/chuva (essa sempre na hora de sair do trampo). Rolando um calafrio nervoso.

- Assoei o nariz agora e pingou o ranho do papel na minha calça. (podem fazer caretinha aí que eu estou pouco me fodendo, duvido que nunca aconteceu com vocês). Ranho líquido. Eca. (escatologiiiia)

- Uma das coisas que eu mais odeio é ir ao banheiro de madrugada (fica do lado do quarto dos meus pais), pois toda vez que entro/saio dele ouço minha mãe perguntar "Mári?" e sempre respondo um "eeeeu" emburrada. Sei lá qual a nóia dela, mas me irrita muito ela querer saber quem é a porra da pessoa que estava no banheiro.

- Outra coisa que eu odeio são as visitas de madrugada no quarto, sempre prá dizer que é tarde ou para dizer prá eu parar de fumar maconha na janela.

*
- Que ranzizice, dona.
- Ah, me deixa reclamar, porra! Tô me sentindo muito mal!
*

- Sou uma merda de aspirante a violinista. Ponto. (mas vou continuar tentando, sou teimosa prá caralho e não vou parar! não vou! tirei a merda dos 'acordes', 'notas', sei lá, do som do Black Sabbath basicão (Iron Man) que todo mundo sabe fazer em outros intrumentos, até eu)

- E vou continuar fazendo barulho aqui com essa merda de madrugada! Prá quem já ligou até ampli às três da manhã (com microfonia e tudo), esse gato que eu estou matando não é nada. Só mais um gato.

- 'Sabonetar' ligação rlz! (já!) "Ei senhor, o senhor só tem uma linha? Precisamos fazer o teste do ping. O senhor desligará nossa ligação, conectará, apertará enter na tela do prompt após digitar o comando que lhe passarei e depois retornará a ligação com o resultado, tudo bem?"

sexta-feira, novembro 26, 2004

+ Mó de saco cheio do orkut mas continuo entrando...

Cansei, cansei do design, de ver aquele monte de comunidade que eu participo sem participar, de ver as caras nas fotinhos (não todas) , de ver os babacas lá como se vê em toda parte do mundo... mas já chegam as babaquices da vida real, não chegam?

Será que chegou a hora de me desplugar daquela merda? Sei que sou nerd a ponto de+ Mó saco cheio do orkut mas continuo entrando...

+ 'Ouiouiouáááá, je ne se pá... ouiouiouáááá, je ne se pá... llega diciembre, buscando amor y encuentra muerte, llega diciembre, triste y real, je ne se pá'.

+ Resumindo uma situação complicada em umas simples frasezinhas: comecei a trampar realmente hoje/ontem no trampo novo. Não significa que deixei o anterior, pelo contrário, existe uma ligação profunda entre os dois, de uma forma não perceptível. Detalhes à parte sobre essa ligação, eles diferem muito um do outro, excetuando-se pelo uso do telefone e do computador. E mesmo nisso eles diferem um pouco: num eu ligo, no outro me ligam. Mas nos dois eu ofereço algo. Num espontaneamente e no outro coagida.

Mas não me estendendo sobre isso: vou trampar 'prá cachorro' (que feio isso! qual o sentido??) e muita coisa vai mudar... prá melhor... e muitas coisas que eu não queria que mudassem vão mudar levadas pelo fluxo intenso dessa decisão complexa e necessária que tomei.

Tem coisas muito complicadas para serem expressas em palavras... por melhor escritora que fosse, jamais poderia dizer o que se passa 'aqui' sem ser com um olhar.

Quem é sensível entendeu... (*sensação de deja vu em tempo real*)

+ Uma hora não tava tocando música nenhuma aqui e estava 'tocando' "Times like these" ACÚSTICO na interferência... só porque eu não gosto de acústico? (aliás essa música é legal mas fica uma merda quando tocada acústica)

Defesa tardia em prol dos Fúfa... o primeiro cd, "Foo Fighters", é bem legal mesmo... não 50-50% como os outros...

* Escrito sob os sons de Tomahawk e Tool *

quinta-feira, novembro 25, 2004

Fazendo uma coisa que para mim até então era impensável... postar uma música dos Beatles.

Vai ser sempre "o som do Chemical Brothers"... hahahah. Chupado, chupadíssimo desse som o estilo dos caras. Meu, é muito bom mesmo. Mas o mais importante é ler essa letra...

The Beatles - "Tomorrow Never Knows "

Turn off your mind, relax and float down stream,
It is not dying, it is not dying

Lay down all thoughts, surrender to the void,
It is shining, it is shining.

Yet you may see the meaning of within
It is being, it is being

Love is all and love is everyone
It is knowing, it is knowing

And ignorance and hate mourn the dead
It is believing, it is believing

But listen to the colour of your dreams
It is not leaving, it is not leaving

So play the game "Existence" to the end
Of the beginning, of the beginning

terça-feira, novembro 23, 2004

Foi só cogitar mudar para 'permanentemente...' que já senti os efeitos da 'ambição'...

Não lembro exatamente, mas não deve ter dado quinze minutos após ter escrito aí embaixo e comecei a sentir cólicas. Em mais quinze eu já estava menstruada de novo... não dá para ser 'permanentemente feliz' assim, hahaha, realmente não dá!

Muita 'ranzinzice', né... aaaah, foda-se. Risos. (*mas não parece brincadeira?*)

Aliás, meu dedo indicador, vulgo fura-bolo, está com um roxo na articulação mais potente do dedo e há um minuto percebi que é justo o dedo que clica... será que tem alguma ligação?

Ranzinzices à parte, no fundo eu continuo muito bem... posso abstrair desta vez mais, essa dor física... já doeu outras vezes, e outras coisas bem mais doloridas...

É... e enquanto andava na rua, pensava: "as emoções, vivo e sinto, palavras, guardo-as todas."
Estou muuuuuito bem!!! Tão bem que estou até com medo de ser gananciosa e trocar esse 'temporariamente feliz' por algo como 'permanentemente feliz' e me foder...

domingo, novembro 21, 2004

+ Várias coisas passaram pela minha mente estes dias e mereciam um registro. Uma lástima que eu tenha esquecido o que poderia ter sido... e agora não virá a ser jamais.

+ Além de ter esquecido isso, há dias havia esquecido de procurar um serial pro anti-vírus. Resultado: nada menos do que 41 arquivos infectados.. foda-se.

+ Música da Björk que vale muito a pena ser ouvida: "Where is the line", do novo Medúlla (2004, novinho novinho). Um dos sons deste álbum tem a participação do Patton, fazendo uns ruídos, ainda não sei se é esse mas eu acho que sim.
* Conferi no allmusic e é esse som mesmo com o Patton, além de "Pleasure is all mine". *

+ Baixei novamente os dois únicos sons do Faith No Man, banda que gerou o Faith No More... vale a pena!! Os sons são de 1981, modernos, com um toque de viagem e fantasia e um pouquiiiiiinho deprimidos, como yo. ("Song of Liberty" e "Quiet in Heaven").

quinta-feira, novembro 18, 2004

Lendo as 'apostilas'... mais nerdices, mais um passo a caminho do nerdismo. Assim mesmo, 'ismo'. 'Ah, desencana de telinhas e mais telinhas, configuração disso e daquilo. Sem pânico, sem querer saber tudo, fume seu baseado e pense. Pense merda se quiser, mas pense!'.

Gosto das coincidências como essa: escolhi cuidadosamente 5 músicas e adicionei na lista de reprodução, além de adicionar mais 4 cds. Entre as cinco primeiras músicas que tocaram, (depois de 'sort, randomize' e um 'shuffle'), quatro eram dessas cinco escolhidas 'carinhosamente'. Será que o player está viciado ou será só um presentinho, desses que voam pelo ar?

Para os curiosos:
# 1 Tool - Part of Me
# 2 Peeping Tom - Not Again
# 3 Faith No More - Chinese Arithmetic
# 4 Tool - Sober
# 5 Faith No More - Chinese Arithmetic (ao vivo em 92, segundo as informações, + Megadeth. onde???)
Cds adicionados - Opiate e Aenima (Tool), Cafe Tacuba (sei lá qual), King for a Day, Fool for a Lifetime (FNM).

Não era nada disso, mas agora é. Ou foi. Vou dormir que eu ganho mais, fora nerdismo!, amanhã é mais um dia cheio de horas, às vezes sinto, desperdiçadas, ah!, e como sinto!

segunda-feira, novembro 15, 2004

Mó sumida, mó sem tempo, mó querendo aproveitar todas as horas livres que me restam por enquanto.

Amanhã volta a rotina, treinamento do emprego novo, e depois jornada de trabalho japonesa... e baladinhas, rolês, enfim, vida, cortada pela metade.

Me ajudem a não me desligar da parte da vida que realmente importa. Tudo é temporário.
Cafe Tacuba - 24 horas

Tantas horas sin dormir
creo que voy a morir
24 horas al dia quiero vivir

Tantas cosas quiero hacer
que no alcanzo a recorrer
todo lo que en mi cabeza llego a tener

Cuando llego a tu lado me siento yo a descanzar
mas mi amor perdoname pues empiezo a pensar
En todo lo que hay que hacer
ya se me fue el dia otra vez
salgo de tu casa y empiezo a correr

Mas cuando ya estoy haciendo las cosas que quiero hacer
me detengo un momento y me pongo a pensar

En que tu estas junto a mi
que no se va a repetir
que la vida se me va
con los besos que yo
no te he dado aun

Tantas horas sin dormir
24 horas al dia quiero vivir
24 horas al dia quiero vivir
24 horas al dia quiero vivir

segunda-feira, novembro 08, 2004

Putz, soube que deu mó rolo na Passeata da Maconha que rolou no sábado... bombas de efeito moral e o caralho a quatro... mas que merda viu... não fui, queria ter ido... mesmo sabendo que deu esse rolo todo, eu queria ter ido... talvez mais!

Depois eu posto alguma foto aqui. Tem que acabar com essa palhaçada de polícia achar que pode fazer qualquer coisa, afinal, foi uma manifestação pacífica.

Abaixo esses repressores violentos.
Mania de "Sunshine of Your Love"... doze versões contando a original e quatro no aguardo no 'so sick'... por enquanto a versão da Ella Fitzgerald é a melhor!

Qual será a dessa mania?

Cream - 'Sunshine of Your Love'

It’s getting near dawn,
When lights close their tired eyes.
I’ll soon be with you my love,
To give you my dawn surprise.
I’ll be with you darling soon,
I’ll be with you when the stars start falling.

I’ve been waiting so long
To be where I’m going
In the sunshine of your love.

I’m with you my love,
The light’s shining through on you.
Yes, I’m with you my love,
It’s the morning and just we two.
I’ll stay with you darling now,
I’ll stay with you till my seas are dried up.

Chorus

Second verse

I’ve been waiting so long
I’ve been waiting so long
I’ve been waiting so long
To be where I’m going
In the sunshine of your love.
Cinemaaaaa...

Fim de semana muito legal, assisti Nina, filme brasileiro 'livremente inspirado' em "Crime e Castigo" do Dostô (aliás, que moda hein?!).

Não curtia muito a Guta Stresser, que protagoniza o filme na pele de Raskolnikóv, mas depois dessa admito que ela manda bem.

Adorei que tenham mantido a Sófia, de certo modo 'o amor' de Raskolnikóv, uma personagem feminina, colocando em voga (mais uma moda...) a homossexualidade, ou a bissexualidade, enfim...

Vários atores 'famosos' fazendo uma ponta no filme, desenhos incríveis do Lourenço Mutarelli, porra, vale a pena conferir mesmo! Ousado, afinal, adaptar Dostô é foda, mas a fotografia, o clima, realmente detonam.

Nos trailers, o que me chamou a atenção foi "Má educação", filme novo do Almodóvar. Na verdade foi mais um teaser do que um trailer... legal também é que no HSBC Belas Artes, agora no início de novembro, rola um festival de filmes do Almodóvar. Outra coisa interessante é a reexibição d 'O Sétimo Selo", do Bergman, clássico incrível. Teatro filmado! Se puderem, assistam.

domingo, novembro 07, 2004

Desenterrando um som... "Informer" do Snow...

Em 1993/94 tivemos a chance de conferir isso tocando na mtv, e depois disso eu nunca mais ouvi essa música... sempre pensava e nunca tentava baixar... fui descobrir que o cara é canadense e teve mais um hit chamado "Girl I've Been Hurt".

Pop no osso, mas detona! Desafio é tentar acompanhar o mano...

Snow - "Informer"

[CHORUS:]
Informer
You know say daddy me snow me-a (gonna) blame
A licky boom-boom down
'Tective man he say, say Daddy Me Snow me stab someone down the lane
A licky boom-boom down

Police-a them-a they come and-a they blow down me door
One him come crawl through through my window
So they put me in the back the car at the station
From that point on I reach my destination
Well the destination reached in down-a East detention
Where they whip down me pants look up me bottom

[CHORUS]

Bigger they are they think they have more power
There on the phone me say that on hour
Me for want to use it once and-a me call me lover
Lover who me callin'-a the one Tammy
And me love her in my heart down to my belly-a
Yes say Daddy Me Snow me I feel cool and deadly
Yes the one MC Shan and the one Daddy Snow
Together we-a love 'em(?) as a tornado

[CHORUS]

Listen to me ya better listen for me now
Listen to me ya better listen for me now
When-a me rock-a the microphone, me rock on steady-a
Yes-a Daddy Me Snow me are the article don
But the in an a-out (?) a dance an they say, "Where ya come from?
"People them say I come from Jamaica
But me born and raised (in the ghetto) I want ya to know-a
Pure black people man thats all I man know
Yeah me shoes are-a tear up an-a my toes used to show-a
Where me-a born in-a the one Toronto

[CHORUS]

Come with a nice young lady
Intelligent, yes she gentle and irie
Everywhere me go me never lef' her at all-ie
Yes-a Daddy Snow me are the roam dance man-a
Roam between-a dancin' in-a in-a nation-a
You never know say Daddy Me Snow me are the boom shakata
Me never lay-a down flat in-a one cardboard box-a
Yes-a Daddy Me Snow me-a go reachin' out da top

[CHORUS]

Why would he?

[repeat]

[MC Shan:]
Me sittin round cool with my jiggy jiggy girl
Police knock my door, lick up my pal
Rough me up and I cant do a thing
Pick up my line when my telephone ring
Take me to the station, black up my hands
Trail me down 'cause I'm hangin with the Snowman
What an I gonna do, I'm backed and I'm trapped
Smack me in my face, took all of my gap
They have no clues and they wanna get warmer
But Shan won't turn informer

[CHORUS]

quinta-feira, novembro 04, 2004

Até q esse temporariamente feliz aí em cima tá durando, hein? =)

quarta-feira, novembro 03, 2004

*Uma cuspida no parapeito da minha janela para apagar o baseado pelos (nem tão) 'velhos tempos'.*
Escutando "Generator" do Bad Religion... os sons desse cd são muito "Compaq", muito minha vida naquela época... me lembra frio, muitas blusas, 'discanyone' no ônibus, aquele cd ao vivo do caralho que eu nunca devolvi, situações, pessoas...

Eu era muito novinha, hoje eu acho isso. Achava que já tinha visto bastante mas não tinha visto nada. Agora sei que não vi, nem vivi, quase nada ainda.

Olho prá trás e parece leve, mas não podemos esquecer do peso que o momento tem. Eu vivia em pequenas crises angustiantes, cheia dos "por que's" sem "porque's", da sensação de ser incompreendida, da solidão mental. Isso mudou, nesse momento essa sensação me consome menos, aprendi a lidar com essa incompreensão e algumas vezes até fui 'compreendida', cresci... nem parece que quatro anos se passaram, nem parece que mudei tanto, mas eu sei que mudei.

Várias recaídas nesse meio tempo? Algumas. Mas a recaída significa que já se venceu uma vez, pois já se levantou após uma queda. Para se recair, tem que ter-se levantado alguma vez. A cada vez o tombo dói menos e o esforço para se colocar em pé é menor. "Envelhecer" tinha que ter suas vantagens!

terça-feira, novembro 02, 2004

Prá não dizer que eu não falei do resultado das eleições:
'te falar viu... mas que merda', ou então, 'caralho'.

E mais nenhuma palavra sobre isso.

Omissa não, talvez má perdedora.
É isso?



Roubaram uma hora nossa... acordei tarde e de repente era uma hora mais tarde ainda!

Vou fazer questão de aproveitar muito bem quando devolverem...

segunda-feira, novembro 01, 2004

Hoje a Duninha faz dois anos e ao mesmo tempo é o Dia Nacional da Maconha. Bem conveniente.

Vou comemorar lá na área de serviço com ela.