*pt.4 - Hoje*
Acordei e a primeira coisa em que pensei foi no meu skate, que está na casa do dito cujo. Liguei, disse que o pretendia buscar hoje, mesmo que ele não estivesse lá. Aconselhou-me a ir a casa dele no horário x, pois estaria a me esperar e eu disse que isso não era necessário. (orgulho ferido, ciúmes fora de tempo e muitas coisas que ainda não soube identificar...)
Começamos um "semi-quebra" no telefone, por ciúmes, de ambas as partes. (Porra! Isso não vai mudar nunca?)
Depois, comecei a ficar exasperada demais e disse que ele era muito moralistazinho, sem poder ser. O que engrossou o papo, claro. Mas eu tinha razão... (como sempre, entre nós dois) o que o fez ficar na "manha".
Chuva, sol, chuva, sol, chuva.. entre nós é assim.
Veio com um papo carinhoso do tipo "vem sim, quero isso e aquilo de vc, com vc, te ver, etc, etc)" e eu disse que nós não tínhamos mais nada a ver, nada a ver! (quase desesperada)
Ele ficou tenso e mudo. Disse que o que eu falei causou um mal estar nele, algo no estômago. E acha que devíamos estar falando sobre esse assunto pessoalmente.
Minha reação: "..." - Sem reação.
A verdade é: eu não sei qual é. Eu não sei o que me prende a essa pessoa, que já está mais que provado não ter a ver comigo, mentalmente falando, ou falando sobre o modo de ver a vida.
Inconstante, como eu, pior do que eu. Medroso em maior escala. E cego. Propositalmente cego.
Mas que porra é essa? Eu não posso explicar. Queria que ele sumisse! Ou não tivesse existido em minha vida.
Não quero mais o compromisso exclusivo que tinha com ele, sempre me podando, podando o que me faz viva, que são os relacionamentos com as outras pessoas, não físicos, mas intelectuais, mas também nunca aceitaria um relacionamento "regime-aberto" com ele. Eu o conheço! É como se ele fosse "meu"! É foda. A gente assimila um senso de propriedade e depois não quer se desfazer disso. Que feio. Que feio mesmo. Fiquei com vergonha de mim. Quis embarcar em outra linha de pensamento, mas algumas coisas são fortes demais dentro de nós.
Tá estranho esse post. Era isso, mas não era bem isso. Saiu.
Acordei e a primeira coisa em que pensei foi no meu skate, que está na casa do dito cujo. Liguei, disse que o pretendia buscar hoje, mesmo que ele não estivesse lá. Aconselhou-me a ir a casa dele no horário x, pois estaria a me esperar e eu disse que isso não era necessário. (orgulho ferido, ciúmes fora de tempo e muitas coisas que ainda não soube identificar...)
Começamos um "semi-quebra" no telefone, por ciúmes, de ambas as partes. (Porra! Isso não vai mudar nunca?)
Depois, comecei a ficar exasperada demais e disse que ele era muito moralistazinho, sem poder ser. O que engrossou o papo, claro. Mas eu tinha razão... (como sempre, entre nós dois) o que o fez ficar na "manha".
Chuva, sol, chuva, sol, chuva.. entre nós é assim.
Veio com um papo carinhoso do tipo "vem sim, quero isso e aquilo de vc, com vc, te ver, etc, etc)" e eu disse que nós não tínhamos mais nada a ver, nada a ver! (quase desesperada)
Ele ficou tenso e mudo. Disse que o que eu falei causou um mal estar nele, algo no estômago. E acha que devíamos estar falando sobre esse assunto pessoalmente.
Minha reação: "..." - Sem reação.
A verdade é: eu não sei qual é. Eu não sei o que me prende a essa pessoa, que já está mais que provado não ter a ver comigo, mentalmente falando, ou falando sobre o modo de ver a vida.
Inconstante, como eu, pior do que eu. Medroso em maior escala. E cego. Propositalmente cego.
Mas que porra é essa? Eu não posso explicar. Queria que ele sumisse! Ou não tivesse existido em minha vida.
Não quero mais o compromisso exclusivo que tinha com ele, sempre me podando, podando o que me faz viva, que são os relacionamentos com as outras pessoas, não físicos, mas intelectuais, mas também nunca aceitaria um relacionamento "regime-aberto" com ele. Eu o conheço! É como se ele fosse "meu"! É foda. A gente assimila um senso de propriedade e depois não quer se desfazer disso. Que feio. Que feio mesmo. Fiquei com vergonha de mim. Quis embarcar em outra linha de pensamento, mas algumas coisas são fortes demais dentro de nós.
Tá estranho esse post. Era isso, mas não era bem isso. Saiu.

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