segunda-feira, setembro 13, 2004

18-19/08/04 - uma e trinta e seis da manhã

Novamente... deixe seu corpo se levar pela música.... porra!

Indefinível, eu nunca poderia imaginar. Vou machucar meu amor, mas eu consigo dormir à noite. Rápido e desastroso. Incrivelmente dolorido. "Me abrace e nunca me deixe ir!" Todos os caminhos sempre se cruzam. Difícil acreditar mas estou aqui, e sempre. Vamos esperar e então...

Não posso deixar de questionar várias coisas, jogos, que me deixam 'blue'. Qual a razão de continuar? Só quero ser uma mulher, livre para pensar e agir.

Nada se compara ao respeito e isso já não existe, não da maneira apropriada. Nada é um simples descartar, as lembranças estão profundamente gravadas, mas tento continuar e hoje já não sonho mais com você, como quando estava apaixonada. "Sexo e violência". Como 'ninguém ama', meu amor?

Eu me lembro de ser diferente. Minha alma não pode acreditar na sua verdade.

Oh céu, às vezes tão pesado. Tanto orgulho... tanta ilusão e vaidade... e tudo morreu ali dentro daquele desejo de possessividade e , mesmo quando parecia diferente, vivia nos perseguindo.

Eu me preocupo, quero ser feliz, e quero que você também seja... um fato, fumaça e olhar para o céu, ver estrelas... Que tristeza...

E no próximo piscar, o que veria? Há o vício, há o caráter, o 'algo que nunca muda'. (Eu te disse para não mexer comigo, eu te disse para não me provocar!)

Eu tô perdida, mas eu sei onde. Não tô esperando que ninguém me leve à nenhum lugar. Se estivermos indo para o mesmo, melhor... ou se sua opção me parecer mais atraente...