Estou dispersiva e sinusitada.
Baladeei ontem até as 5 e pouco da manhã. Incomum para mim numa quinta feira.
"Combinei" com algumas pessoas, que não foram, e eu acabei indo só por achar que alguma dessas pessoas iria e eu não queria mancar com elas. Estava molenga, resfriado chato... eu já tinha até desistido, mas levantei-me da cama 12 e tanto e peguei um "lata" na frente de casa.
Encontrei um amigo da facul no ônibus, totalmente inesperada a situação...
Enfim, cheguei até o local, sozinha. Fiquei fumando os "cigarros da salvação", aqueles que você acende por estar se sentindo deslocada, ou sozinha, ou qualquer outra situação que exija uma muleta psicológica.
Dancei, conheci algumas pessoas bem simpáticas: Carol, Marco e Douglas. Douglas, um doidinho "potter" como eu, saiu comigo do pico prá fumar um. Marco, uma gracinha de pessoa, de verdade!, amigo da Carol. E a Carol: uma garota extremamente interessante, com vários interesses em comum, um bom papo, charmosa...
Enfim, a balada foi bem interessante, para quem achava que o dia de ontem estava nulo. Várias situações, vários papos, muita coisa.
E antes disso fui (tentar) ver a peça com um amigo, mas chegamos e os ingressos estam esgotados. Era num presídio lá na Bresser. Me pareceu tão interessante! Semana, que vem, sem trampo, vou chegar cedo prá tentar pegar... no final, não vimos a peça, mas batemos papos deveras interessantes e parece que mais uma porta se abriu para a troca de idéias piradas/conscientes sobre a gente mesmo e sobre o mundo.
Baladeei ontem até as 5 e pouco da manhã. Incomum para mim numa quinta feira.
"Combinei" com algumas pessoas, que não foram, e eu acabei indo só por achar que alguma dessas pessoas iria e eu não queria mancar com elas. Estava molenga, resfriado chato... eu já tinha até desistido, mas levantei-me da cama 12 e tanto e peguei um "lata" na frente de casa.
Encontrei um amigo da facul no ônibus, totalmente inesperada a situação...
Enfim, cheguei até o local, sozinha. Fiquei fumando os "cigarros da salvação", aqueles que você acende por estar se sentindo deslocada, ou sozinha, ou qualquer outra situação que exija uma muleta psicológica.
Dancei, conheci algumas pessoas bem simpáticas: Carol, Marco e Douglas. Douglas, um doidinho "potter" como eu, saiu comigo do pico prá fumar um. Marco, uma gracinha de pessoa, de verdade!, amigo da Carol. E a Carol: uma garota extremamente interessante, com vários interesses em comum, um bom papo, charmosa...
Enfim, a balada foi bem interessante, para quem achava que o dia de ontem estava nulo. Várias situações, vários papos, muita coisa.
E antes disso fui (tentar) ver a peça com um amigo, mas chegamos e os ingressos estam esgotados. Era num presídio lá na Bresser. Me pareceu tão interessante! Semana, que vem, sem trampo, vou chegar cedo prá tentar pegar... no final, não vimos a peça, mas batemos papos deveras interessantes e parece que mais uma porta se abriu para a troca de idéias piradas/conscientes sobre a gente mesmo e sobre o mundo.

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