Ééééé, muito bom esse 'reveillon', por sinal uma palavra que acho que não soa bem misturada com outras do nosso idioma, fica horrível na nossa boca e não combina com os sentidos das nossas línguas.
Sem querer cair no clichê de fazer 'restropectiva', quero só pensar no agora e no daqui a pouquinho. Quero apenas guardar a impressão da luta como se fosse tatuagem ou cicatriz, marcante e orgulhosa, quero mesmo reter profundamente a sensação de que neste ano me respeitei, como tento sempre respeitar todos que merecem mas não o estava fazendo comigo, o que é o mais importante.
Algumas decisões são realmente significativas e só destroem a caixa detonada, pequena e escura na qual se havia fechado. É assim que me sinto, explorando fora da caixa, sempre tendo consciência de que 'fora da caixa' é apenas uma 'caixa maior' composta de várias outras menores. Não existindo a possibilidade de estar fora de uma, seja qual for, então que seja no mínimo agradável de se estar.
Aqui dos lados 'de fora' e 'de dentro', e do resultado da relação entre eles no jogo de ações e reações, só posso estar muito feliz. Me sinto feliz por todos os lados. Essas últimas ocasiões, agora em lembrança, só poderão ter o efeito de um objeto de boa sorte, tão positivas, simples e próximas da minha natureza elas foram.

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