Quando penso, insisto.
Dói e eu acabo.
Mas eu continuo a pensar e, dessa vez, eu desisto, não insisto, existo só... e só.
Dói e eu acabo.
Mas eu continuo a pensar e, dessa vez, eu desisto, não insisto, existo só... e só.
Era assim mesmo. Falando superficialmente de profundidades, porque era impossível ser muito profundo quando tratava-se de profundezas, mas era melhor do que ser profundo em superficialidades. Ou não era nada disso e foda-se também, até porque agora eu já inverti tudo.
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