segunda-feira, setembro 22, 2003

Apanhado geral de um assunto só.

- Quem não foi na Exposição do Itaú Cultural que eu indiquei sexta feira simplesmente perdeu. Vale a pena ficar ligado e aproveitar, porque sempre há coisas interessantes na faixa. Fui com o Amadeu e o Shepa ver a Exposição do Video Game, que aliás, era uma merda. Aficcionados em video game: vocês sentiriam-se ultrajados na exposição, que só tinha 3 consoles expostos (tele-jogo, master system e mega drive) e vários computadores para a galera jogar os 11 jogos em exposição. Detalhe: jogar no teclado. Exposição de video game para jogar no teclado? Devia chamar exposição de emuladores.

Não havia divisão por fabricantes, bits, porra nenhuma. A única coisa interessante eram umas explicações sobre os arquivos de sons dos jogos (midis, mp3...) e um jogo que foi desenvolvido retratando a Av. Paulista em 1919.
Por sorte, no andar de cima, havia uma exposição de arte com uns vídeos numas salas. Fumamos um e voltamos muito loucos.

Uma das instalações era composta de um telão, com números subindo e descendo (lembrança automática ao Matrix), e um vão logo abaixo do telão, cheio de água, que fazia os números refletirem ao contrário (claro). Os números subiam e desciam, normais e ao contrário e só paravam na tela quando os números subiam na sequência normal. Quando a sequência era contrária, os números batiam e voltavam para se inverter.

A sala ainda tinha um sistema de sensores, onde era possível intereferir na velocidade dos números na tela, o som era simplesmente demais, uns ruídos interessantes, com melodia, e a projeção era refletida duplamente, uma com espelhamento, o que fazia o centro do telão virar uma coisa que eu não sei explicar e refletir apenas metade das pessoas.

A outra sala era escura também, e exibia um video com umas garotas fazendo experimentos com formas geométricas e cores, parecendo poder controlar a aparição de cada uma delas. O som era interessante.

"Sei lá meu. Te falar que foi louco." Nós três dentro da sala, apostando corrida de números, pulando, andando, fazendo a maior balbúrdia, sem vergonha de ser feliz... e bobos.

Paro por aqui porque a rede dessa merda vai cair.